segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Consultoria Internacional, Economia e Política: Você aceita algo assim, o esperto gerente Pizzolat...

DECISÃO DA HUMANIDADE: PASSAR FOME/MORTE DE MILHÕES DE HABITANTES  OU CONSUMIR ALIMENTOS MODIFICADOS GENETICAMENTE?

A Revolução Verde teve seu início nas décadas de 60 do século passado através do desenvolvimento de novas sementes de trigo e milho para plantio em diversas altitudes no México, fez com que este país aumentasse sua capacidade de produção de alimentos. 
O mentor desta iniciativa foi o engenheiro agrônomo americano Norman Ernest Borlaug (falecido em 2009) que com a ajuda que deu a humanidade no combate à fome, ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1970. Ele ajudou a introduzir seus métodos em países asiáticos e africanos durante a segunda metade do século XX. Estes métodos foram realocados no Brasil ao redor de 1990, enquanto empresas mundiais formavam-se, justamente para criarem sementes  e técnicas para  multiplicarem os resultados da lavoura.

Talvez, até o dia de hoje, muitos ainda ignorem que Norman Ernest Borlaug obteve especializações em genética e patologia vegetal - e obviamente as utilizou nas suas pesquisas que tiveram um final quase feliz. 
Sim,  os genomas de vários vegetais conhecidos foram modificados desde então. Até hoje  é totalmente discutível a influência de alimentos transgênicos tanto nas pessoas como nos animais que deles se alimentam. 

Assim, o trigo tem hoje uma produção saudável em números de toneladas colhidas, e embora digam que ele não seja  transgênico, chegou-se à conclusão que um dos fatores que propicia a obesidade humana é a ingestão de produtos feitos com trigo que teve seu teor de glúten aumentado visando obter sementes mais fortes e consequentemente maiores safras. 
Discute-se a utilização da transgenia vegetal contra a fome mundial. A fome não venceu pela falta de alimentos (para os países que podem comprar seus alimentos), mas a qualidade dos alimentos tornou-se duvidosa devido à transgenia vegetal  cujas consequências  ainda são pouco conhecidas.

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